Desde o
Nilo famoso, aberto ao sol da graça,
Da
virtude ateniense à grandeza espartana,
O anjo
triste da paz chora e se desengana,
Em vão
plantando o amor que o ódio despedaça,
Tribos,
tronos, nações... tudo se esfuma e passa.
Mas o
torvo dragão da guerra soberana
Ruge,
fere, destrói e se alteia e se ufana,
Disputando
o poder e denegrindo a raça.
Eis,
porém, que o Senhor, na América nascente,
Acende
nova luz em novo continente
Para a
restauração do homem exausto e velho.
E aparece
o Brasil que, valoroso, avança,
Encerrando
consigo, em láureas de esperança,
O Coração
do Mundo e a Pátria do Evangelho.
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